A Associação Voluntários do Sertão de Ribeirão Preto promoveu, em setembro do ano passado, em Mortugaba (região sudoeste da Bahia, distante 743 km de Salvador) a 9º edição do projeto que leva saúde e cidadania para a população carente. No total foram realizadas 19.401 ações entre atendimentos médicos, odontológicos, procedimentos cirúrgicos, exames, palestras e distribuição de kits.

Durante a semana, além dos atendimentos médicos, odontológicos, psicológicos e de enfermagem foram feitas palestras sobre DST, Auto- estima, Alcoolismo, Sexualidade na Adolescência e Higiene Oral. Também foram distribuídos Kits de Multimistura, kits de shampoo com condicionador, kits de higiene oral, óculos de grau e medicamentos prescritos para os pacientes atendidos.

Na segunda quinzena de outubro foram realizadas as 694 cirurgias de cataratas, já agendadas, dentro do projeto.

A ação contou com o apoio do Governo do Estado da Bahia – 20ª DIRES e reuniu mais de 200 voluntários entre médicos, cirurgiões, dentistas, enfermeiros, psicólogos, cabeleireiros, pilotos, motoristas, cozinheiros, auxiliares administrativos e populares de boa vontade.

Implantado em 2000 pelo empresário Doriedson Pereira, o Dorinho, que nasceu na Bahia e mora em Ribeirão Preto, o projeto iniciou distribuindo brinquedos e cestas básicas o voluntário entra com sua habilidade profissional e colabora na transformação de milhares de vidas.

Em junho de 2008 a Associação Voluntários do Sertão implantou o Programa de Capacitação e Geração de Renda, distribuindo kits de irrigação familiar, sementes de hortaliças, bandejas e substratos, além de capacitar os sertanejos. Cada kit de irrigação beneficia diretamente 30 famílias com produção de alimentos para subsistência, e o excedente é transformado em renda. Através de parcerias com empresários socialmente responsáveis, atualmente o projeto conta com 58 núcleos de Hortas Comunitárias que beneficiam 1.740 famílias em 13 municípios.

Números Atendimentos Médicos e Odontológicos: 7.451
Clínica Geral: 617 consultas
Ortopedia: 359 consultas
Uro e Procto: 308 consultas
Odontologia: 1.601 procedimentos
Oftalmologia: 2.503 consultas
Ginecologia: 389 consultas
Pediatria: 725 consultas
Psicologia: 107 atendimentos
Procedimentos Cirúrgicos: 325
Cirurgias de Cataratas: 306 (694 realizadas em outubro)
Exames citológicos: 211

Palestras: 3.000 crianças e jovens beneficiadas
Foram realizadas 20 palestras em escolas e Centro Comunitário, onde foram abordaram os seguintes assuntos: Auto-estima / DST / Sexualidade na Adolescência / Alcoolismo / Higiene Oral

Distribuição: 8.950
Kits Multimistura: 700
Shampoo e condicionador: 5.000
Pasta de dente e escova: 2.000
Armações de óculos com lentes: 1.250
Farmácia: 50 mil itens de medicamentos distribuídos

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Publicado por: solidariedadecrista | 25/04/2010

Asas de Socorro – Alcançando, Assistindo e Transformando Vidas

ASAS DE SOCORRO é uma Organização, não Governamental (ONG) humanitária cristã, que atua em regiões isoladas do país, em cooperação com outras entidades, com propósito de fornecer apoio logístico através de transporte aéreo, programas assistenciais e desenvolvimento comunitário.

Há mais de 50 anos no Brasil, é a única organização que opera uma estrutura de Aviação com objetivos assistenciais e filantrópicos. Possui uma frota com 11 aeronaves, uma Escola de Aviação/Oficina Aeronáutica e seis bases de operação.

Seu corpo de colaboradores é formado por cristãos, que motivados pelo desejo de servir ao próximo, colocam à disposição suas vidas e profissões nas áreas de Aviação (pilotos e mecânicos), Saúde, Educação e outras áreas ligadas à Cultura e Desenvolvimento Social, além das atividades Administrativas e de apoio.

Mobiliza anualmente centenas de voluntários, especialmente profissionais de saúde, como médicos, dentistas, protéticos e enfermeiros, que participam do atendimento a mais de 40 mil pessoas em comunidades carentes e isoladas, nas Regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil.

Missão

Asas de Socorro é uma associação cristã, que objetiva apoiar as ações da Igreja Evangélica e outras organizações, em áreas de difícil acesso, através de ministérios que agregam aviação e atenção integral ao homem.

Ação Social

Asas de Socorro, através da Ação Social tem como propósito melhorar a qualidade de vida das comunidades carentes, desenvolvendo a atenção integral ao homem buscando o resgate à educação e o atendimento básico de saúde, valorizando os costumes locais, apoiando a preservação do meio ambiente e fortalecendo a liderança local.

O Programa de Assistência Médica, Dentária, tem seu papel importante porque além de atuar na parte curativa, enfatiza a prevenção das doenças e cárie dental.

Através deste programa, profissionais de saúde voluntários, são recrutados para compor equipe de curto prazo, que em parceria com outras organizações, igrejas e prefeituras, prestam atendimento a ribeirinhos, indígenas e sertanejos, em regiões carentes e isoladas do nosso país.

Publicado por: solidariedadecrista | 24/04/2010

Reciclagem – O meio-ambiente agradece

Símbolo Internacional da reciclagem

Introdução

Reciclar significa transformar objetos materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificou os benefícios que este procedimento trás para o planeta Terra.

Importância e vantangens da reciclagem

A partir da década de 1980, a produção de embalagens e produtos descartáveis aumentou significativamente, assim como a produção de lixo, principalmente nos países desenvolvidos. Muitos governos e ONGs estão cobrando de empresas posturas responsáveis: o crescimento econômico deve estar aliado à preservação do meio ambiente. Atividades como campanhas de coleta seletiva de lixo e reciclagem de alumínio e papel, já são comuns em várias partes do mundo.

No processo de reciclagem, que além de preservar o meio ambiente também gera riquezas, os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta reciclagem contribui para a diminuição significativa da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão reciclando materiais como uma forma de reduzir os custos de produção.

Um outro benefício da reciclagem é a quantidade de empregos que ela tem gerado nas grandes cidades. Muitos desempregados estão buscando trabalho neste setor e conseguindo renda para manterem suas famílias. Cooperativas de catadores de papel e alumínio já são uma boa realidade nos centros urbanos do Brasil.

Bolsas de papel reciclado

Muitos materiais como, por exemplo, o alumínio pode ser reciclado com um nível de reaproveitamento de quase 100%. Derretido, ele retorna para as linhas de produção das indústrias de embalagens, reduzindo os custos para as empresas.

Muitas campanhas educativas têm despertado a atenção para o problema do lixo nas grandes cidades. Cada vez mais, os centros urbanos, com grande crescimento populacional, tem encontrado dificuldades em conseguir locais para instalarem depósitos de lixo. Portanto, a reciclagem apresenta-se como uma solução viável economicamente, além de ser ambientalmente correta. Nas escolas, muitos alunos são orientados pelos professores a separarem o lixo em suas residências. Outro dado interessante é que já é comum nos grandes condomínios a reciclagem do lixo.

Assim como nas cidades, na zona rural a reciclagem também acontece. O lixo orgânico é utilizado na fabricação de adubo orgânico para ser utilizado na agricultura.

Como podemos observar, se o homem souber utilizar os recursos da natureza, poderemos ter , muito em breve, um mundo mais limpo e mais desenvolvido. Desta forma, poderemos conquistar o tão sonhado desenvolvimento sustentável do planeta.

Exemplos de Produtos Recicláveis

– Vidro: potes de alimentos (azeitonas, milho, requijão, etc), garrafas, frascos de medicamentos, cacos de vidro.

– Papel: jornais, revistas, folhetos, caixas de papelão, embalagens de papel.

– Metal: latas de alumínio, latas de aço, pregos, tampas, tubos de pasta, cobre, alumínio.

– Plástico: potes de plástico, garrafas PET, sacos pláticos, embalagens e sacolas de supermercado.

Publicado por: solidariedadecrista | 24/04/2010

Libras – Língua Brasileira de Sinais

Libras é a sigla da Língua Brasileira de Sinais

As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.

Ao contrário do que muitos imaginam, as Línguas de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.

Atribui-se às Línguas de Sinais o status de língua porque elas também são compostas pelos níveis lingüísticos: o fonológico, o morfológico, o sintático e o semântico.

O que é denominado de palavra ou item lexical nas línguas oral-auditivas são denominados sinais nas línguas de sinais.

O que diferencia as Línguas de Sinais das demais línguas é a sua modalidade visual-espacial.

Assim, uma pessoa que entra em contato com uma Língua de Sinais irá aprender uma outra língua, como o Francês, Inglês etc.

Os seus usuários podem discutir filosofia ou política e até mesmo produzir poemas e peças teatrais.

Informações Técnicas

1 LIBRAS

A LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) tem sua origem na Língua de Sinais Francesa.

As Línguas de Sinais não são universais. Cada país possui a sua própria língua de sinais, que sofre as influências da cultura nacional.

Como qualquer outra língua, ela também possui expressões que diferem de região para região (os regionalismos), o que a legitima ainda mais como língua.

2 Sinais

Os sinais são formados a partir da combinação da forma e do movimento das mãos e do ponto no corpo ou no espaço onde esses sinais são feitos. Nas línguas de sinais podem ser encontrados os seguintes parâmetros que formarão os sinais:

2.1 Configuração das mãos: São formas das mãos que podem ser da datilologia (alfabeto manual) ou outras formas feitas pela mão predominante (mão direita para os destros ou esquerda para os canhotos), ou pelas duas mãos.
Os sinais DESCULPAR, EVITAR e IDADE, por exemplo, possuem a mesma configuração de mão (com a letra y). A diferença é que cada uma é produzida em um ponto diferente no corpo.

2.2 Ponto de articulação: é o lugar onde incide a mão predominante configurada, ou seja, local onde é feito o sinal, podendo tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro.

2.3 Movimento: Os sinais podem ter um movimento ou não. Por exemplo, os sinais PENSAR e EM-PÉ não têm movimento; já os sinais EVITAR e TRABALHAR possuem movimento.

2.4 Expressão facial e/ou corporal: As expressões faciais / corporais são de fundamental importância para o entendimento real do sinal, sendo que a entonação em Língua de Sinais é feita pela expressão facial.

2.5 Orientação/Direção: Os sinais têm uma direção com relação aos parâmetros acima. Assim, os verbos IR e VIR se opõem em relação à direcionalidade.

3 Convenções da LIBRAS

3.1 A grafia: os sinais em LIBRAS, para simplificação, serão representados na Língua Portuguesa em letra maiúscula. Ex.: CASA, INSTRUTOR.

3.2 A datilologia (alfabeto manual): usada para expressar nomes de pessoas, lugares e outras palavras que não possuem sinal, estará representada pelas palavras separadas por hífen. Ex.: M-A-R-I-A, H-I-P-Ó-T-E-S-E.

3.3 Os verbos: serão apresentados no infinitivo. Todas as concordâncias e conjugações são feitas no espaço. Ex.: EU QUERER CURSO.

3.4 As frases: obedecerão à estrutura da LIBRAS, e não à do Português. Ex.: VOCÊ GOSTAR CURSO? (Você gosta do curso?)

3.5 Os pronomes pessoais: serão representados pelo sistema de apontação. Apontar em LIBRAS é culturalmente e gramaticalmente aceito.

Para conversar em LIBRAS não basta apenas conhecer os sinais de forma solta, é necessário conhecer a sua estrutura gramatical, combinando-os em frases.

Dicionário de Libras

Este site é bastante útil. Apresenta, através de pequenos vídeos, os gestuais das palavras em Libra. Acesse:

http://www.acessobrasil.org.br/libras/

Publicado por: solidariedadecrista | 20/04/2010

Solidariedade é…

Por Sandra Nóbrega (Fly)

Solidariedade… É uma palavra diferente. É uma palavra que incomoda um pouco

Incomoda porque, embora seja difícil de pronunciar, é o seu verdadeiro significado que “faz mexer”.

Mas o que é a Solidariedade?

O que é ser solidário?

Ser Solidário é, acima de tudo, respeitar incondicionalmente tudo o que nos rodeia…

Ser Solidário é sentir a necessidade ínfima de partilhar…

Ser Solidário é perceber que as diferenças só existem porque é mais fácil criar distâncias do que gerir dificuldades…

Ser Solidário é sentir que é possível mudar o que está errado e que para isso basta acreditar…

Ser Solidário é querer ir mais além, é ser mais alto interiormente, é ser maior de coração…

Ser Solidário é perceber que a alegria de dar é indiscutivelmente superior à de receber…

Ser Solidário é estender a mão, sem olhar cor, sexo, religião etc.

Parece utópico tudo isto? Um romancezeco-semi-sonho com final feliz?

Não é garanto!

Apenas defendo porque acredito que a interiorização de um sentimento desta índole nos torna efetivamente pessoas melhores.

É Solidariedade só quando é Natal? Ou quando Deus “avisa” que ainda manda nisto tudo?

NÃO!!! NATAL É QUANDO O HOMEM QUISER!!!

Sermos solidários quando percebermos que é possível fazer alguma coisa, dizer NÃO ao egoísmo em que todos vivemos, ao nosso fácil acomodamento face a miséria, a solidão; a injustiça social e a tantas e tantas coisas mais…

É mais fácil pensar que não é conosco.

Vivemos num mundo de mácula, atolado de mentes vazias, perdidas no seu ego, na sua majestosa moradia, nos seus carros top de linha…
Completamente mergulhados numa vida egocêntrica, que nos condena irreversivelmente à solidão.

Você pode mudar esta situação! Então… começe já e dê o primeiro passo!

Publicado por: solidariedadecrista | 19/04/2010

O que é voluntariado?

Segundo definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos…”

Em recente estudo realizado na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, definiu-se o voluntário como ator social e agente de transformação, que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e conhecimentos, realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político, emocional.

Quando nos referimos ao voluntário contemporâneo, engajado, participante e consciente, diferenciamos também o seu grau de comprometimento: ações mais permanentes, que implicam em maiores compromissos, requerem um determinado tipo de voluntário, e podem levá-lo inclusive a uma “profissionalização voluntária”; existem também ações pontuais, esporádicas, que mobilizam outro perfil de indivíduos.

Ao analisar os motivos que mobilizam em direção ao trabalho voluntário, (descritos com maiores detalhes a seguir), descobrem-se, entre outros, dois componentes fundamentais: o de cunho pessoal, a doação de tempo e esforço como resposta a uma inquietação interior que é levada à prática, e o social, a tomada de consciência dos problemas ao se enfrentar com a realidade, o que leva à luta por um ideal ou ao comprometimento com uma causa.

Altruísmo e solidariedade são valores morais socialmente constituídos vistos como virtude do indivíduo. Do ponto de vista religioso acredita-se que a prática do bem salva a alma; numa perspectiva social e política, pressupõe-se que a prática de tais valores zelará pela manutenção da ordem social e pelo progresso do homem. A caridade (forte herança cultural e religiosa), reforçada pelo ideal, as crenças, os sistemas de valores, e o compromisso com determinadas causas são componentes vitais do engajamento.

Não se deve esquecer, contudo, o potencial transformador que essas atitudes representam para o crescimento interior do próprio indivíduo.

Como ser um bom voluntário

A maioria das entidades beneficentes no Brasil ainda são muito pequenas, e não têm programas de voluntariado.

Qualquer pessoa pode ser voluntária, independente do grau de escolaridade ou idade, o importante é ter boa vontade e responsabilidade.

Pesquise uma entidade perto da sua casa ou trabalho, veja se a área de atuação da entidade está de acordo com a sua intenção de trabalho, e depois da escolha marque um dia para conhece-la pessoalmente.

Se não der certo com a primeira entidade, não desista, tem muita gente precisando da sua ajuda. Tente outra vez.

E se tudo der certo, ótimo! Sinta como a entidade funciona, e do que ela necessita, talvez você tenha que pesquisar um pouquinho e sugerir uma tarefa.

Por exemplo, pintar a entidade por fora ou por dentro, cadastrar doadores no computador, ajudar a organizar um evento ou fazer uma festa. A iniciativa é sua.

Seja humilde. O fato de você estar ajudando os outros não significa que você será paparicado e que seu trabalho não possa ser criticado.

O trabalho voluntário exige o mesmo grau de profissionalismo que em uma empresa, se não maior.

Existem regras a seguir, por mais meritória a causa, e não desanime se nem todos vibrarem e baterem palmas pelo seu trabalho.

Fonte: “Trabalho Voluntário” – Mónica Corullón

Publicado por: solidariedadecrista | 18/04/2010

Solidariedade que prende e Solidariedade que liberta, qual é a sua?

Por: Prof. Dr. Edson Marques Oliveira – empreendedorsocial03@yahoo.br

RESUMO

Com o presente texto, procuramos fazer uma breve reflexão em relação ao significado e efeito da solidariedade em nossos dias, e a importância de termos clareza, não só do conceito como dos efeitos de nossas práticas de solidariedade, de forma geral, e das empresas de forma específica. E com isso possamos contribuir para um agir emancipatório (que liberta) e não regulador (que prende), principalmente junto às pessoas em situação de risco social, no combate à miséria e pobreza, fatores estes que assolam o nosso mundo, e roubam a dignidade do ser humano.

PALAVRAS-CHAVE: solidariedade, poder, emancipação, regulação, liberdade.

INTRODUÇÃO

Com o objetivo de contribuir com a atual reflexão sobre solidariedade e responsabilidade social empresarial, apresentamos a seguir, uma breve reflexão sobre um dos eixos centrais deste debate, ou seja, o que é solidariedade, qual o seu significado face aos inúmeros desafios e paradoxos de nossos dias? Para tanto, apresentamos primeiramente uma pequena estória da natureza que nos dá uma grande lição sobre o poder e efeito da solidariedade, é a estória da “Lição da Borboleta”, em seguida fazemos algumas colocações sobre o sentido de solidariedade e finalizando fazemos algumas sugestões quanto a busca de uma solidariedade que liberta a partir das oito metas do milênio da ONU.

A lição da borboleta – quando a natureza nos ensina a viver

“ Um dia, um homem observava atentamente, um fenômeno raro da natureza, um casulo que esta prestes a completar o seu ciclo, ou seja, o nascer de uma borboleta. O homem percebeu uma pequena abertura que apareceu no casulo; percebeu que a borboleta estava saindo do casulo e conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais. Então o homem decidiu ajudar a borboleta; ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo saiu murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu ! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura, era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida…” (autor desconhecido)

Solidariedade uma palavra de muitas faces e efeitos

A palavra solidariedade, tem estado em destaque, principalmente em se tratando do enfrentamento à pobreza. Segundo o prof. Dr. Pedro Demo, em seu livro, solidariedade como efeito de poder3, ressalta, entre outros aspectos, que o termo solidariedade é ambivalente, ou seja, pode ter vários entendimentos e sentidos e efeitos opostos.

Com base em estudos recentes da Biologia, destaca que solidariedade se aproxima de outras concepções, entre elas a da cooperação, do altruísmo. Citando os estudos de Wrigth4, enfatiza que o ser humano geneticamente apresenta, mesmo nos atos de bondade e solidariedade, formas egoístas de ser, o faz na maioria das vezes para poder sobreviver ou se beneficiar. Principalmente, quando as ações não ultrapassam o mero assistencialismo, a caridade e filantropia. Desta forma há uma solidariedade antiga, muito próxima da caridade e da filantropia, que mais se preocupa somente em “dar”, em “ajudar”, no sentido de aliviar mais a consciência, de quem “ajuda”, do que efetivamente resolver o problema do “ajudado”. Isto não só ocorre entre empresários que fazem doações e filantropia, pessoas ricas que fazem caridade, mas também com políticas públicas que são assistencialistas, reguladoras e mantenedoras do status quo.

O resultado é uma solidariedade que prende, ou seja, que não resolve, que não emancipa, se muito, alivia, como foi no caso da borboleta. Estes exemplos, fazem com que só se dê o peixe, aí o ajudado tem que voltar. Existe outra solidariedade, a que liberta e a que emancipa, essa requer que o “ajudador” saiba entrar em cena, mas principalmente saiba sair de cena, e o “ajudado”, saiba que a solidariedade é um momento de apoio, mas que ele precisa saber dispensar a ajuda, e ser autônomo, ser construtor de sua própria história, para não ficar escravo e devedor de ninguém.

Nesta perspectiva a solidariedade não só dá, mas se compromete, e este “ajudar” é tido como provisório com vistas a superação, não é imediatista, nem assistencialista, é participativo, interativo, ensina a pescar o peixe, isto produz emancipação social, dignidade e mudança de vida, e liberdade.

Esta solidariedade remete ao entendimento atual do que Maturana, tem ressaltando sobre o processo de preservação dos sistemas vivos, em que o principal elemento é o amor biológico, que se materializa nas ações coordenadas de preservar o ser da mesma espécie, sem amor, cuidado, o sistema social e seus componentes, em geral, e o sistema social humano em específico, acaba. “Se não há amor não há socialização genuína e os seres humanos se separam. Uma sociedade, na qual se acaba o amor entre seus membros, se desintegra. […] Ser social envolve sempre ir com o outro, e só se vai livremente com quem se ama.” 5.

Jesus Cristo há mais de 2000 anos também já nos ensinava, “ama o próximo como a si mesmo”, enfatiza na parábola do Bom Samaritano que a solidariedade é mais que palavras, posição, discurso, é antes de tudo, um sentimento de incomodação e indignidade, frente ao que olhamos ao nosso redor, é uma atitude que põe em prática ações que libertam e não só em palavras e discursos bem elaborados, sejam eles progressistas ou conservadores.

Neste sentido, é preciso entender que os problemas que enfrentamos e que hoje, mais do que em qualquer momento de nossa história, nos convoca a solidariedade, e requer deixemos bem claro que tipo de solidariedade estamos falando, e fazendo, pois os problemas que ai estão, desigualdade, exclusão social, pobreza, etc.; não são frutos da “indolência” ou “acomodação” dos pobres, mas da injustiça, falta de oportunidade, da desigualdade e de uma “solidariedade” esmolada, que mais aplaca a consciência de alguns, do que resolve os problemas e a desigualdade, e que ao contrário, produz uma solidariedade que não liberta e não emancipa, pois como lembra Maturana, sobre a origem dos problemas sociais, onde os mesmos não são só uma questões de falta material, ou moral; mas de comportamento de valor:

[…] os problemas sociais são sempre problemas culturais porque têm a ver com os mundos que construímos na convivência. Por isso, a solução de qualquer problemas social sempre pertence ao domínio da ética, isto é, ao domínio da seriedade na ação frente a cada circunstância que parte da aceitação da legitimidade de todo ser humano, de todo outro, em suas semelhanças e diferenças.

Neste sentido, qual tem sido a sua prática de solidariedade, a que liberta e emancipa, ou a que prende e escraviza e não “ajuda” o “ajudado” e só minimiza sua consciência? Enfim, qual é a sua? Se é que tem alguma…

Oito sugestões para realizar uma solidariedade que liberta.

Atendendo ao chamado e convocação de adesão ao Global Compact, uma proposta lançada no Fórum Econômico Mundial em 31 de Janeiro de 1999, pelo secretario geral da ONU Kofi Annan, e que se caracteriza por ser “… uma iniciativa voluntária de cidadania empresarial, e como tal, não é um instrumento regulador – não “polícia” nem gera obrigações de comportamento ou de ações das empresas..” (Manual do Global Compact, p. 4), foram estabelecidos oito pontos como uma meta a ser alcançada até 2015, e que os 191 países da ONU, inclusive o Brasil, se comprometeram a realizar em parceria com empresas, governo e sociedade civil, alcançar as seguintes metas:
1- Acabar com a fome e a miséria;
2- Educação básica de qualidade para todos;
3- Igualdade entre os sexos e valorização da mulher;
4- Reduzir a mortalidade infantil;
5- Melhorar a saúde das gestantes;
6- Combater a AIDS, a malaria e outras doenças;
7- Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente;
8- Todo mundo trabalhando para/pelo desenvolvimento.

Ao olharmos para estes macro-objetivos, podemos achar que seja uma tarefa impossível. Com certeza não será fácil, mas não impossível, se considerarmos que as mesmas são linhas gerais, e que possibilitam que cada empresa, governo, organização social e cidadão possa agir, e fazer uma ação, pequena que seja, em direção a algum destes objetivos.

É preciso que desenvolvamos uma solidariedade que liberta, e isso começa não com grandes ações, mas com pequenas ações, a começar pelo entendimento adequado de que algumas ações, mesmo que de boa vontade, como o homem da estória da borboleta, que podem mais prender do que libertar, mais prejudicar do que ajudar.

Seja empresário ou empresária, patrão ou empregado, o importante, é fazer a sua parte, da melhor maneira possível, e tudo passa pela capacidade de vermos em cada um, um outro amigo, solidário, e fraterno, como nos ensina Salomão, que diz, “ Ama o amigo em todo o tempo, e na angustia nascerá um irmão.” (Provérbios de Salomão, 17,17) e que assim possamos optar por uma solidariedade que liberta e contribuir na construção de um mundo e uma sociedade melhor e mais digno de se viver para todos.

Considerações finais

Esperamos ter contribuído para uma reflexão mais ampliada sobre os efeitos da solidariedade, que cabe bem tanto para as empresas que estão adentrando neste campo, como para pessoas que estão sensibilizadas para a ação voluntária e solidária.

Que possamos agir de forma crítica mas não obtusa, e acima de tudo com amor e fraternidade mostrando com ações uma solidariedade que liberta, que transforma vidas, e não simplesmente, alivia a nossas consciências e não altera o estado de miséria e pobreza que nos deparamos cotidianamente. Miséria e pobreza essas, muitas vezes expressadas em atos que mais banalizam e reforçam a mediocridade. Sejamos solidários que libertam.

Publicado por: solidariedadecrista | 12/04/2010

Ajuda aos Necessitados

Sempre que o tema “Ajuda aos Necessitados” é abordado, observamos algumas reações e atentamos para alguns fatos no meio evangélico brasileiro. Observemos alguns deles:

1. Um Grande número de alunos, professores, dirigentes e superintendentes de ED questionam as poucas ações concretas nesta área (chamada de “social”);

2. Líderes de igrejas, aproveitando o tema da lição bíblica, resolvem fazer campanhas de doações e socorro aos necessitados, mas logo após o estudo da lição abandonam a prática;

3. Se percebe que muitas igrejas nunca vão além da simples distribuição aleatória de cestas básicas, sem nenhum levantamento das reais necessidades dos beneficiários;

4. Uma ênfase num certo socialismo ou comunismo cristão, fruto de uma interpretação equivocada do tema “Comunidade dos Bens”. Interessante, é que os que defendem teoricamente esta idéia não a colocam em prática, partilhando todos os seus bens com os necessitados;

5. Irmãos, individualmente ou em “grupos”, diante do descaso da “instituição” ou da “comunidade cristã” com a ajuda aos necessitados, acabam se achando no direito de administrarem os próprios dízimos e ofertas, não levando em consideração as recomendações (determinações) da liderança;

6. Igrejas se mobilizam para prestar socorro às vítimas de grandes catástrofes naturais em outras regiões, mas no seu dia a dia se esquecem de socorrer os seus necessitados (domésticos na fé), e os que vivem em situação de miséria na localidade onde está estabelecida;

7. Para dizer que socorrem os necessitados, algumas igrejas afirmam manterem hospitais, escolas, creches, orfanatos e abrigos de idosos funcionando. Acontece que em alguns casos, as condições de atendimento e assistência são muito precárias. As pessoas lá atendidas sofrem de um grande descaso, desumanização e maltratos;

8. É afirmado ainda por alguns, que a igreja faz o trabalho social muito bem, mas sofre por não divulgá-lo. Entendo que pelo menos os membros deveriam tomar conhecimento das ações em favor dos necessitados;

9. A calamidade dos necessitados se acentuam diante da ostentação e da vida regalada de algumas lideranças, através da aquisição e exibição dos símbolos capitalistas de “poder” e “status ministerial”. Na versão e lógica “espirituosa” deste capitalismo selvagem (Teologia da Prosperidade), quando mais o pastor ou líder ficar rico (ou pelo menos parecer), mas demonstrará o quanto o seu ministério é abençoado por Deus. Obviamente esta lógica acaba trazendo problemas para alguns líderes de igrejas na atualidade. Por exemplo, podemos citar a necessidade de um pastor precisar de “seguranças”. Tal necessidade é resultado direto da ostentação já citada. Citamos ainda o receio que alguns possuem de terem seus filhos ou parentes sequestrados. Não consigo imaginar Jesus, Pedro, Paulo, João, Tomás de Aquino, Agostinho, Lutero, Calvino e outros ícones da fé precisando de seguranças particulares. Alguma (ou muita) coisa está errada. Viver dignamente do evangelho foi trocado por viver explendorosamente do evangelho;

10. É interessante também afirmar, que diante do exposto no ponto acima, dentro de um mesmo ministério, há líderes que abusam das regalias enquanto outros passam extrema necessidade. A idéia, volto a deixar claro, não é de um socialismo ou comunismo ministerial cristão, falo sim (pois há uma série de fatores aqui envolvidos) da necessidade de diminuir a distância “econômica”, promovendo um viver digno para todos.

Não vou me deter em fundamentar biblicamente a necessidade de ajuda aos necessitados, visto que a Lição Bíblica já o faz de forma ampla e precisa.

A ideia deste subsídio, é a de promover uma análise da nossa condição pessoal e institucional em relação ao tema em questão, promovendo discussão e ação.

Obviamente, há um bom número de igrejas que fazem um trabalho relevante e exemplar de ajuda aos necessitados. Deixo um espaço neste blog para divulgação de tais obras.

Não vai adiantar muita coisa (ou nada) estudarmos mais uma vez este tema, sem refletir sobre a nossa condição (cada um deve assumir a sua responsabilidade), sem discussão, sem propostas de mudanças, sem planos e ações concretas.

Saber sobre e perceber como as coisas estão não é o suficiente. Necessário se faz mobilizar-se para que o nosso discurso religioso e piedoso (eloquência verbal) se torne carne e habite entre nós.

Por Altair Germano

Publicado por: solidariedadecrista | 09/04/2010

População do Rio se mobiliza para arrecadar donativos

Doações não param de chegar

Já são mais de 8 mil desabrigados pelas chuvas no Rio, especialmente em Niterói. Supermercados, shoppings, entidades e órgãos públicos estão se mobilizando para receber doações para aqueles que perderam tudo. O Plaza Shopping, em Niterói, e o Carioca Shopping, na Zona Norte do Rio, estão recebendo alimentos não perecíveis, água, colchonetes e roupas.

O shopping de Niterói vai entregar os donativos à prefeitura do município e o Carioca entregará o que arrecadar à Guarda Municipal de Vicente de Carvalho, bairro onde está localizado o complexo de lojas. A cadeia de supermercados do Grupo Pão de Açúcar também está recebendo, até o dia 17, doações nas 99 lojas espalhadas pelo estado do Rio.

Ajuda paulista

A situação caótica em Jardim Viscoso, em Niterói, mobilizou também o governo do estado de São Paulo. O governador Alberto Goldman assinou decreto formalizando o apoio técnico e logístico da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil de São Paulo ao estado do Rio de Janeiro.

De acordo com o governo de São Paulo, equipes da Defesa Civil estão preparadas e aguardam apenas a solicitação do Rio de Janeiro para embarcarem para a capital fluminense. As equipes são compostas por médicos, enfermeiros e oficiais do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, que podem atuar no resgate das vítimas e no atendimento médico aos sobreviventes das enchentes.

A Defesa Civil já enviou produtos de primeira necessidade ao estado vizinho, como cestas básicas, colchões e produtos de limpeza.

Por: Flávia Foreque

Fonte: Correio Braziliense

Publicado por: solidariedadecrista | 08/04/2010

Ajude as vítimas das chuvas do Rio de Janeiro

As unidades abaixo recebem donativos até o dia 7 de maio de 2010.
Os postos de coleta de donativos funcionam de segunda à sexta-feira, de 8 às 17 horas.

RIO DE JANEIRO

SESI/SENAI Benfica
Praça Natividade Saldanha, 19 – Benfica – RJ
Tel.: (21) 2587-4800

SESI/SENAI – Cinelândia
Rua Santa Luzia, 685 – 5º andar – Centro – Rio de Janeiro
CEP: 20030-040

SESI Honório
Rua Loreto do Couto, 673 – Honório Gurgel
CEP 21675-520 – RJ

SESI-Jacarepaguá
Av. Geremário Dantas, 342 – Tanque – Jacarepaguá
Rio de Janeiro – RJ – CEP: 22735-010
Tel.: (21) 3382-9999/9950

SENAI – Jacarepaguá
Av. Geremário Dantas, 940 – Freguesia – Jacarepaguá – RJ
CEP 22743-010

SESI/SENAI – Laranjeiras
Rua Esteves Júnior, 47 – Laranjeiras
Rio de Janeiro – RJ – CEP: 22.231-160

Rua Ipiranga, 75 – Laranjeiras – Rio de Janeiro
CEP: 22231-120

SENAI Maracanã
Rua São Francisco Xavier, 417 – Maracanã
Rio de Janeiro – CEP 20550-010
Maracanã

SESI/SENAI – Santa Cruz
Rua Felipe Cardoso, 713 – Santa Cruz
CEP: 23510.006

SENAI-Solda
Rua São Francisco Xavier, 601 – Maracanã
Rio de Janeiro – RJ
Telefones: (21) 3978-8700

SESI/SENAI Tijuca
Rua Morais e Silva, nº 53 – Tijuca
Rio de Janeiro – RJ – CEP: 20271-030

SESI/SENAI – Vicente de Carvalho
Av. Pastor Martin Luther King Jr. (antiga Av. Automóvel Clube), 6475
Vicente de Carvalho – Rio de Janeiro
CEP: 21371-310

BARRA DO PIRAÍ

SESI-Barra do Piraí
Av. Mário Salgueiro, 1.065 – Bairro Belvedere – Barra do Piraí
CEP: 27113-070

SENAI-Barra do Piraí
Rua Alan Kardeck, s/nº – Muqueca
Barra do Piraí – Rio de Janeiro
CEP: 27140-240

BARRA MANSA

SESI-Barra Mansa
Av. Dário Aragão, 2 – Centro – Barra Mansa
CEP: 27330-020

SENAI-Barra Mansa
Rua Senhor do Bonfim, 130 – Saudade
Barra Mansa – RJ – CEP: 27350-310

CAMPOS

SENAI-Campos
Rua Bruno de Azevedo, 37 – Pq. Tamandaré
Campos dos Goytacazes
CEP: 28035-045

SESI-Campos
Av. Deputado Bartolomeu Lysandro, 862
Guarus – Campos dos Goytacazes
CEP: 28080-390

DUQUE DE CAXIAS

SESI-Duque de Caxias
Rua Artur Neiva, 100
Bairro 25 de Agosto – Duque de Caxias
CEP: 25070-010

SENAI-Duque de Caxias
Rua Arthur Goulart, 124 – Centro
Duque de Caxias – RJ
Cep: 25.070-020

ITAPERUNA

SESI Itaperuna
Av. Dep. José de Cerqueira Garcia, 883
Bairro Presidente Costa e Silva
Itaperuna – Rio de Janeiro – CEP: 28300-000

SENAI Itaperuna
Av. Zulamith Bittencourt, 190 – 1º e 2º andar
Cidade Nova – Itaperuna
CEP: 28.300-000

MACAÉ

SESI Macaé
Alameda Etelvino Gomes, 155 – Riviera Fluminense
Macaé – RJ – CEP: 27937-150

SENAI Macaé
Av. Prefeito Aristeu Ferreira da Silva, 70
Novo Cavaleiro – CEP 27930070 – Macaé

MENDES

SENAI – Mendes
Rua Professor Paulo Sérgio Nader Pereira, nº 250 – Centro
Mendes – Rio de Janeiro – CEP: 26.700-000

NITERÓI

SENAI – Niterói
Rua General Castrioto, 460 – Barreto
Niterói – RJ – Cep: 24110-256

NOVA FRIBURGO

SESI-Nova Friburgo
Rua Teresópolis, 248 – Vila Amélia – Nova Friburgo
CEP: 28625-530

SENAI – Nova Friburgo
Rua Prefeito Eugênio Müller, 220 – Centro
Nova Friburgo – Rio de Janeiro – CEP: 28610-010

NOVA IGUAÇU

SESI-SENAI Nova Iguaçu
Rua Gerson Chernicharo, s/nº – Bairro da Luz
Nova Iguaçu – Rio de Janeiro – CEP: 26263-150

PETRÓPOLIS

SESI-Petrópolis
Av. Barão do Rio Branco, 2.564 – Centro – Petrópolis
CEP: 25680-270

SENAI – Petrópolis
Rua Bingen, 130 – Bingen
Petrópolis – Rio de Janeiro – CEP: 25660-000

RESENDE

SESI- Resende
Rua Marcílio Dias, 468 – Jardim Jalisco – Resende
CEP: 27510-080

SENAI – Resende
Rua Sarquis José Sarquis, 156 – Jardim Jalisco
Resende – RJ – CEP: 27510-100

SÃO GONÇALO

SESI/SENAI São Gonçalo
Rua Nilo Peçanha, 134 – Centro – São Gonçalo – RJ
SESI – Três Rios

TRÊS RIOS

SESI Três Rios
Av. Tenente Enéas Torno, s/no Margem Esquerda – Centro – Três Rios
CEP: 25804-100

SENAI – Três Rios
Rua Izaltino de Oliveira, 90 – Centro
Três Rios – Rio de Janeiro – CEP: 25804-250

SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA

SESI/SENAI Santo Antônio de Pádua
Av. João Jazbik, S/N
Bairro 17 Santo Antonio de Pádua

VALENÇA

SENAI – Valença
Rua Comendador Araújo Leite, 320 – Valença
Rio de Janeiro – CEP: 27600-000

VASSOURAS

SENAI-Vassouras
Rua Nilo Peçanha, 85 – Vassouras
Rio de Janeiro – Cep: 27700-000

VOLTA REDONDA

SESI – Volta Redonda
Avenida Lucas Evangelista, 595 – Aterrado
Volta Redonda – RJ – CEP: 27295-530

SENAI – Volta Redonda
Rua Nicanor Teixeira de Carvalho, 1
CEP 27285.500 – Barreira Cravo

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